Capítulo 01
Aqui vai a tradução para português do trecho que você mandou:
Nova série!
Capítulo 1
Episódio 01 – Um centro de construção é transportado para outro mundo!
"Por que não tem ninguém aqui? Hoje é dia de folga?"
Naquele dia, eu tinha ido ao centro de construção local “Dharma” pela primeira vez em uma semana.
Centros de construção são meu refúgio, uma caixa de brinquedos cheia de possibilidades infinitas. Dizer que meu fim de semana começa lá é um exagero… mas, pra mim, é algo indispensável. Bem, também tem a teoria de que, como moro no interior, não tem nada pra fazer e o centro de construção vira lugar de lazer…
"Hm…? Tá aberto, então estão funcionando? Ou ainda não abriu?"
Cheguei bem cedo, talvez cedo demais.
Normalmente já tem uns senhores com suas caminhonetes esperando abrir, mas hoje, estranhamente, não tinha nenhum cliente.
Quando entrei, também não havia funcionários.
Dia de inventário, talvez?
…Mas então por que a porta está aberta?
"Hmm…?"
"Isso me lembra um anime que vi… Um mundo dentro do espelho, onde tudo existe igual, mas não tem pessoas. Heh… — Oh, vocês estão bem!"
Esse centro de construção tem uma seção de pets, com pequenos animais — ou melhor, nem tão pequenos assim, dependendo do gosto de quem cuida deles.
Ou seja, não tem humanos… mas os animais estão aqui.
Sério, o que tá acontecendo?
Será que esqueceram de fechar a loja no dia de folga? Não… as luzes estão acesas, então não faz sentido—
"Eh?"
De repente, minha visão ficou instável.
BUM — ouvi um som distante, e no momento seguinte senti como se meu peso tivesse dobrado. Caí no chão.
Até sou boa em exercícios, mas não consegui ficar de pé.
"O que— o que tá acontecendo!? Terremoto!? Ou… será que tinha um alerta e todo mundo evacuou!?"
Se for isso… que vergonha. E eu achando que era um mundo espelhado.
Talvez fosse o sinal de um grande terremoto.
Ou… sei lá, um ataque nuclear obrigando todos a irem para abrigos.
De qualquer forma… já não dava pra fazer nada.
O tremor ficou ainda mais forte.
Era o chão tremendo… ou minha cabeça?
Sem conseguir distinguir, perdi a consciência.
◇◆◆◆◇
"——!"
"Ei!"
"Ei, você!"
Senti alguém me chamando e abri os olhos.
Uma garota estava olhando para mim de perto.
Parecia estar tentando me acordar.
Eu não entendia muito bem a situação.
Minha cabeça estava confusa.
"Ei! Você está bem!? Qual é o seu nome? De onde você veio?!"
O chão estava frio nas minhas costas. Eu estava deitada.
Por que eu estava caída mesmo…?
Eu vim ao centro de construção, não tinha ninguém, o chão tremeu—
Olhei ao redor.
Os produtos não estavam caídos… então não foi um terremoto?
As luzes ainda estavam acesas. Nada parecia fora do lugar.
Olhei para a garota novamente.
Ela era linda, com cabelo loiro liso.
…Será que ela trabalhava aqui? Não lembro de ter visto alguém assim antes.
Talvez fosse uma nova funcionária.
"Ah… céus! Do nada aparece uma coisa dessas, e ainda tem gente desmaiada… o que eu faço?!"
Ela parecia desesperada.
Bem… talvez por minha causa.
"Ah… desculpa. Tô bem. Sério."
Respondi e me levantei.
Melhor sair antes que chamem uma ambulância.
Ainda estava meio tonta, mas não parecia ter me machucado.
Arrumei o cabelo e tirei a poeira da roupa.
Além dela, não havia mais ninguém.
As luzes estavam acesas… talvez fosse mesmo dia de inventário.
Tanto faz. Que horas são?
"Então… com licença."
Fiz uma reverência e fui em direção à saída.
Entrar numa loja fechada e ainda desmaiar… nem eu entendo o que aconteceu.
Seja lá o que causou aquilo, deve ter sido algo comigo. Talvez eu devesse ir ao hospital.
Ah… meus pais vão ficar preocupados.
…Talvez por estar pensando nisso, demorei um pouco para perceber o estranho.
A porta automática abriu, e eu saí—
"—Hã? O quê…?"
Eu pisquei duas vezes.
Esfregar os olhos não mudou nada.
Achei que estivesse escuro porque era fim de tarde… mas não era isso.
"…Uma parede?"
À frente — depois do estacionamento — havia uma enorme parede de pedra.
"O que… é isso…?"
Ela se erguia até o teto.
Ao olhar para cima, devia ter uns 30 metros antes de se curvar até fechar completamente.
Não dava para ver o céu.
O estacionamento era grande… mas todos os lados estavam cercados.
360 graus. Tudo.
Um espaço completamente fechado.
Pequenos insetos luminosos flutuavam pelo ar.
"O que… é isso…?"
Será que ainda estou sonhando?
Ou… eu morri, e esse é o pós-vida?
"—Conseguiu entender a realidade?"
Virei e vi a garota loira novamente.
"Ah… você é funcionária…? Funcionária…?"
Foi então que olhei melhor para ela.
Cabelos dourados brilhando.
Armadura prateada.
Uma cavaleira… com espada na cintura.
"(…Hã?)"
"Vou perguntar de novo. Quem é você? Seu nome—"
"Ah! Você… é cosplay?"
"Cos…? Não sou isso. Sou Fiona. Apenas Fiona."
"Fiona…?"
Pelo nome, ela não parecia japonesa.
"Eu sou Maho. Maho Saeki."
"Saeki? Você é nobre?"
"Nobre? Acho que não…"
"Então é maga?"
Balancei a cabeça.
"Maga"… tipo o quê?
Essa pessoa fala coisas estranhas.
"Tem mais alguém aqui?"
"Acho que não… não explorei tudo."
"E essa parede?"
"Ela sempre esteve aqui. Você e… aquilo apareceram depois."
Aquilo… o centro de construção?
"Apareceram…?"
"O lugar era menor antes. Quando aquilo surgiu, ficou assim."
"Então, Maho… sobre o que vamos fazer agora—"
GRRRRRR
A barriga dela roncou alto, e ela corou.
"Você está com fome?"
"…Sim. Já faz três dias sem comer nem beber."
"TRÊS DIAS!? Espera aí!"
Se quiser, posso ou até ou mais “novel brasileira”.
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